quarta-feira, 28 de julho de 2010

Creio que foi ontem, ou se não foi ontem, dessa semana não passou.
Eu vi em uma reportagem do... creio também que foi Fantástico, ou seria Profissão Repórter? Certamente profissão repórter, mas se não for, não vai acabar o mundo por isso.
A matéria era a seguinte: "A vida de um garoto de programa"
Eu mesmo vacilei e pensei "Como que alguém pode fazer isso?" Mas isso é estúpido, cruel, infantil e idiota. Não o ato de ser garoto de programa, mas o preconceito que tive naquele momento. E me senti perversa, e não pude fazer outra coisa senão me alertar quanto à atrocidade que eu estava cometendo, julgando precipitadamente, sem portanto, viver aquilo.
E creio que não foi só, e apenas, eu.
Acho que poucos pensaram no assunto antes de criticar, de condenar, de jogar na fogueira e levar mais outra alma embora.
E a clareza da resposta está no capitalismo. Alguns tantos tem, outros nada tem. Outros o mínimo para sobreviver enquanto outros o máximo e cada vez maximiza sem pensar no que menos tem. Não é fato, é realidade.
O que leva à eles fazerem isso? Não é o amor pelo sexo, embora alguns tenham e trabalham nisso por isso. Mas é a falta de condições, seja lá para estudar, para sustentar família, mas serventia tem, é claro.
E pode ser até que goste dessa profissão arriscada, se é que alguns põem a classificação de profissão, mas é quase visível que não é por opção, e sim pela falta de opção.

Depois de muito pensar, eu percebi.
Minha mente é tão doentia quanto de muitas pessoas, se arrisca a julgar sem ter noção da barbaridade desse julgamento, se permite a ter preconceito, enquanto eu mesma odeio preconceitos. 
Não há escapatória. Doentes não são os que se arriscam, os que tentam, mesmo por meios condenáveis pela sociedade, um meio de trabalho. Doentes são os que julgam ser ter consciência pelo que o outro está passando.

terça-feira, 27 de julho de 2010

Dois olhos que cortam o ar, bem gélido de uma tarde de inverno. Simultaneamente, dois corpos que sabem a causa de ambas existências. 
É fácil aprender a amar, desde que essa seja a natureza do individuo amante. Surge, sem que seja possível interferir. É inconsciente, involuntário, incerto, ininterrupto, impreciso, impulsivo.
Mais fácil ainda, apegar-se à outra pessoa, imaginando-a ter conhecido muito antes de vê-la, ou simplesmente reconhecê-la de sonhos esquecidos.
Fácil ainda é apegar-se como um filho apega à uma mãe. Mas libertar não é deixar de amar, e sim mais um sinal, digno de amor.
Eu não sei definir, a causa ou motivo, mesmo que seja aparente, das pessoas quem amo. Nem sei chegar perto da definição exata. Não posso explicar porquê, pois não há nenhuma razão em especial.
Talvez seja como nas músicas: o amor é irracional.
Sei que entre o espaço de conhecer, e de amar, há muito mais do que qualquer humano possa explicar. Há etapas, desde aquele olhar sadio e inocente, até aquele sorriso reprimido, ou flertes.
E a cada dia mais, parece uma bomba, pronta para explodir. E aquela sensação de que pode ser a qualquer momento, chegando às vezes, virar angústia. Acompanhar o ponteiro dos minutos no relógio, olhar de rabo de olho para a pessoa que você ama, e até perceber suas características e seus atos, captando tudo, até o modo de soletrar as palavras em uma frase, ou reagir com uma piadinha inofensiva.
Ás vezes há desejos íntimos, aqueles sonhos que não são tão essenciais, mas não deixam de ser importantes.
Querer que a pessoa sempre se conserve ao seu lado, nunca te esqueça e que te mime em dias insanos.
Não cutuo esses mitos, nem ao menos interfere em minha vida, mas às vezes chego a acreditar em cupidos com seus arcos e flechas, rostos fofos e cabelos encaracolados e que esse simples ato de colocar a flecha no arco, atirá-lo pelo vento com mira e direção, faz com que sejamos reféns desses rostos angelicais, com suas decisões que mudam toda nossa rotina.
Mas apaixonar é cruel.
As barras de chocolates, latas de sorvetes e todas essas guloseimas afastam a ansiedade que nos incomoda desde o mais fundo de nosso íntimo. Depois que acaba, o que nos resta é ficar formulando várias perguntas, uma em cima da outra, algumas sem nexo, embora outras exprimam inocentemente o que estamos sentindo. Às vezes nos perguntamos porque isso foi acontecer justamente conosco, ou às vezes não achamos merecedores de sentir algo tão forte.
É fácil demais ver alguém nos amando. Mas é uma barra para quem ama.
E quando não sabemos o que o outro sente por nós, surge aquela briga entre a razão e o coração. A razão opta por não fazer nada, e o que o coração quer, é extravasar. E sempre você opta pelo coração, mas para disfarce a razão funciona melhor. E a razão vence.
O amor dói. E é uma dor incurável, pois não é física, é psiquica. Não há bulas, remédios com indicações e contra-indicações, não há.
Mas quem sabe amar, tem sorte. Sorte porque nem todos aceitam o amor como ele realmente é. Alguns o prendem, camuflam e torna-se mais angústia ainda.
Como distinguir? 
É uma coisa chata, que te ataca, contra-ataca e te vence. Você fica besta e ao ver qualquer vestígio do seu amor, suas pupilas dilatam, a perna treme, borboletas no estômago, sorrisos bobo, um frio pela espinha, mãos e pés suam e seu olhar não diz nada mais que, você também foi uma vítima do amor.
Por isso, apesar de todos os efeitos idiotas e vagabundos do amor, ainda considero:
O amor é um luxo.

domingo, 25 de julho de 2010

Porque somos levados a crer, que há pessoas que mudam, sendo que isso nem é tão real.
Isto é, como você vai, de um dia para noite, de um ano para outro, mudar todas suas características, sem sobrar um pingo do seu velho eu?
Não adianta. Não tiro as razões de quem diz que alguém mudou muito, pois isto é um pouco claro. O mundo gira, as pessoas não ficam no mesmo lugar. Elas mudam sim senhor. Mas não acredito que as pessoas mudem totalmente.
Vejo pelo meu próprio exemplo estampado no espelho.
Tenho defeitos, e quem deveras não ter? Eu erro? Quase, se não, constantemente. E não tenho a menor sombra de dúvida.
Sem contar que não acho nem um pouco errado.
Mas se, eu meu íntimo, algo falasse para dar o revira volta em tudo, me transformasse, me aniquilasse de certos defeitos, e expulsasse tudo aquilo que me persegue, e tentasse me mudar da cabeça aos pés, eu não vejo uma saída, ou uma luz no fim do túnel.
A verdade seria mais que clara: ofuscante! Eu não conseguiria.
Eu não conseguiria deixar meus hábitos pretensiosos de vaidade, não deixaria minhas manias que para os outros parecem estranhas, não deixaria esse hábito frívolo de me apegar às pessoas, não...não.
É fácil fazer um juramento, uma promessa, de não comer carne, não tomar coca, não assistir tv aos sábados, distanciar de chocolates
ou parar de fumar ou beber as vodkas nos domingos.
Embora seja vícios, embora manias, é totalmente fácil mudar coisas parciais. Agora tente mudar os fatos. Eu não conseguiria mudar meu modo de ver as coisas tampouco minha rotina. Talvez eu incorpore algumas coisas no dia-a-dia ou deixa de fazê-las, mas certamente, esse vai ser o um, de cem por cento.
Não censuro quem mude, talvez, muitas coisas em seu ser. Isto é, o egoísmo, a vaidade, a ambição, a chatice. É muito constante ouvir comentários mal formulados, de vez em quanto "Como fulano mudou". Quem sabe? Talvez tenha mudado muitas coisas, mas só a pessoa para calcular o quanto falta para mudar totalmente a personalidade, porque, de fato, nunca é total.
Tudo bem, acho que todo ser humano passa por mudanças. Eu mesmo as noto no meu cotidiano. Mas eu ainda conservo a mesma idéia, de que não há como você mudar sua forma física, suas características, sua forma de pensar, agir, ou mesmo o que os outros acham de você, simultaneamente.


Sinceramente, eu vejo que mudei sim muito. Mas mudei na minha aparência, mas continuo a mesma de sempre, só com uns quilos  a mais, e ao passar dos anos, um ano a mais incorporado.

terça-feira, 20 de julho de 2010

As linhas registradas, à lapis, ou caneta em uma viagem qualquer. O momento, ocasionalmente simples. O que são vinte e quatro horas na vida de uma pessoa? Tudo isso depende do contexto com que se abrange. Um dia passa muito rápido quando está na infância, ou juventude. Temos que fazer tantas coisas que o tempo não apenas passa: voa sem deixar vestígios. E como passa... Agora se vermos para quem está no fim da vida, as vinte quatro horas, que passa depressa sem explicação, faz uma grandiosa diferença. Quem antes de dormir, pára e pensa em tudo o que aconteceu durante o dia? Faz um flashback que os filmes tanto exploram? Assumo. Eu não faço e nem lembro de fazê-lo. Mas de fato, sei, que cinco minutos fazem uma diferença enorme, então certamente imagino que vinte quatro horas faça maior ainda. E depois, as lamuriações. Já? Passa-se os anos e já? Parece que entramos em piloto automático, e nem notamos o que fazemos, o que fizemos, o que faremos(...)Simplesmente fazemos, sem notar, por obrigação, por vontade, por uma causa: comum. Já tenho isso tudo de idade? Como foi meus vinte três anos? Onde eu estava? Eu estava mesmo lá? E somos obrigados a perguntar às pessoas, quando na verdade, nós quem deveríamos saber. Nem lembramos de respirar direito. Exalar, soltar, exalar, soltar. Fazemos o movimento, mecanicamente. Durante essas vinte quatro horas, lutando dia-a-dia. Seja em prol de um objetivo, meta ou por rotina. Correndo átras de nossas opções, sonhos e atividades corriqueiras. Sabe-se lá, talvez, nem sobra tempo para agradecer por mais um dia de vida. Porque somos robôs ambulantes movido à nossa vontade. Peraí, se é que às vezes, sobra tempo para termos vontades.

sexta-feira, 16 de julho de 2010

Uma lembrança mística de alguém, isto é, a entrada e saída de uma pessoa na vida de outra pessoa. Cada pessoa tem uma essência, uma particularidade marcante. Seja olhos claros, covinhas, bocas carnudas, chegando até a simplicidade da alma, o jeito com que sorri diante de circunstâncias pesadas, o modo de ultrapassar os problemas, o modo de vê-los, ou o modo de superar a derrota. E são essas particularidades, que ao entrar na vida das pessoas, deixa marcante, como um ícone. Um alerta automático. Ao ouvirmos coragem, associamos à alguém que conhecemos e que é corajoso. O mesmo com derivados e adjetivos. Em cada pessoa tem um pedacinho de outras pessoas, pois aprendemos com os erros dos outros e sugamos essas qualidades, adquirindo-as. E quando ao contrário, a saída de uma pessoa na sua vida, mesmo diretamente ou indiretamente, ou outras subclasses, como: necessidade ou superficialidade, inevitável ou precisão. A questão é que, muitas vezes, dói. Quem dera se fosse indolor, sofrimento seria poupado. Quando maior o afeto, pior. E na verdade, o ruim é saber que é uma dor psicológica, inadiável, sem nenhum remédio específico. Mas o tempo faz, não necessariamente que se esqueça, porém as recordações tornem-se foscas, como se fosse um sonho, ou algo que já passou há muito tempo. Isto quando é objeto de uma mágoa, e frutração de expectativas. Ao retirar alguém da sua vida é como em cissiparidades, o sentimento esvai-se, havendo divisão, sem que seja um sentimento completo. Como se algo estivesse verdadeiramente faltando. Ao contrário, quando não há aquele peso no coração, o sentimento prevalece, assim como bactérias patogênicas se enclausuram por muito tempo, sendo assim, a amizade permanece intacta. Pode passar anos sem que você fale, desabafe, lembre, ou se quer note, mas prevalece o que está no seu coração. E ao voltar, volta com toda energia de antes. Sabe-se lá, mais forte.

quarta-feira, 14 de julho de 2010

Antes o tal. Sequência de um julgamento inútil, fútil. Mas claro que todo julgamento requer dois lados: o conhecido (de quem julga, e tem conhecimento do que está dizendo) e o desconhecido (que a ignorância aliada à crítica é igual a vexame!) E quando não há conhecimento de algo, não pode haver julgamento, apesar de ser outra história nas bocas dos críticos ignorantes. Tudo fruto de pré. Isto é, em tudo se encontra um pré. Pré julgamento de um fato, pré julgamento de um cárater: um pré-julgamento. Gera um pré-conceito, que é aquele sentimento de que sabe da pontuação, e nem se quer põe vírgula. Resultado do quê? Mente pré-matura. Não é acasualidade que estou falando do preconceito em si, do pré julgamento que gera uma mente pré-matura, pois só temos conhecimentos daquilo que vivenciamos ou do que aprendemos com os erros dos outros (que é de fato o mais gostoso, porque é menos perdas, e ter a mente aberta para captar essas aprendizagens) A questão é que ninguém se importava com Rock, e antigamente achava que era até coisa do demônio. Muitos cantores vieram a dizer o contrário e assim o fez. Mas é estilo Michael Jackson, "antes mal compreendido e depois reconhecido." Porém, sempre tarde demais, tenho a coragem de julgar. Isto é, depois de muitos cantores morrer (pois antes do glamour, viviam na linha da miséria) o Rock ganhou teor. Agora, do que que adianta, se os principais agentes do sucesso, ou melhor, para que o Rock continuasse encaminhar, morreram? Pode ser que tenha opiniões diversas, álias, não quero que todo mundo siga minha linha de pensamento, e isto de fato é cruel. Querer obrigar os outros a pensar do mesmo modo que eu. E sei: levo em conta que as épocas mudam, passando numa escala de extrema rigidez, para entrar em uma época de abertura de pensamentos, expressões. Só que, não deixo de revoltar quando ligo minha TV, e vejo depois de dois anos de morte, homenagens à Michael Jackson sendo no entanto que, enquanto ele era vivo, era considerado um estrupador de criancinhas e pessoas leigas afirmavam que ele tentou virar branco (fugir da raça). A mesma coisa ocorre com inúmeros cantores de Rock, e talvez não só de Rock, pois cantores abrange um ramo diversificado. Eles só passam a ser considerados pessoas, depois da fama, do glamour, criando um ambiente falso. Olha, lembre-se que aqui é um desabafo, então nada de levar para o lado pessoal. Eu amo bandas de Rock, respeito Michael Jackson, mas acredito fielmente que as pessoas não deveriam ser preconceituosas e depois da primeira capa na revista Veja, venerar. Isto soa um tanto falso e é. E cada um merece a atenção, pelo que desperta nas pessoas, e não depois que foi cremado ou reduzido a pó.

terça-feira, 6 de julho de 2010

Primeiro a circunstância. Logo, você automaticamente julga se é boa ou ruim. Na maioria das vezes, mesmo sabendo que abrange outras pessoas, outros destinos, não pára para pensar se será benéfico ou não para as pessoas inclusas, mas claro, pensa imediatamente se é benéfico para você. Depois da auto-classificação, ou você se torna vítima ou privilegiado. Talvez nem se encaixe numa dessas duas, talvez se torne acusador. Quando tudo vai de mal a pior, quando não há jeito de mudar essa circunstância e simultâneamente, se for maléfica e irremediável, surgirá a sensação de vitimada. Isto é, "eu não merecia isso... eu não sei se consigo, eu não... eu..." Não é questão de merecimento. Se você estiver passando por algo, qualquer que seja a dimensão do problema, não adianta chorar, ou não enxergar o óbvio a frente. Deus não dá peso maior a cruz das pessoas do que elas suportarão. Mas a pergunta primordial é "Você é vítima ou finge ser?" Se quer saber, ambos diferem imensamente. E o privilegiado é certamente aquele que tem o rei na barriga, o ego maior que o olho, ou que seja. A verdade é que, não se importa nem um triz com os outros, estando ele bem. Não confunda auto-estima com egoísmo, pois ambos possuem proporções distintas. E sendo próprio de sua atitude, vai escolher o que melhor convir-lhe, ou usando palavras mais diretas, o que mais beneficiar, mesmo que não beneficie a mais ninguém. E a sobra: o acusador. Muitas vezes de vítimas, passamos a ser acusadores. Não sei o pior, acusador ou egoísta, e nem cabe a mim saber, já que há atos em que possamos sê-los e não enxergamos. Como sempre, as circuntâncias quem diga. Acusar tem uma breve associação com "dedo na cara", culpar alguém, ou algo, talvez até sem evidências. Porém como diz uma velha música: "Não quero ser vítima das circunstâncias" E muitas vezes nos fazemos de vítimas, sendo que não somos acusados, e logo, sem perceber, acusamos a má sorte, o tabu, o modo com que as coisas foram encaminhadas, enfim, algo sempre costuma a ser acusado. Deve, portanto, respeitar a decisão, mesmo que seja a mesma, de gênero egoísta, pois do mesmo modo, estaremos sendo acusadores. E não é raro que tomemos atitudes egoístas, já que nossa própria natureza se assemelha. O tênue espaço gradativo entre vitimados e acusados.

sexta-feira, 2 de julho de 2010

E as pessoas se revoltam sem motivo O ser humano tem aquele notável defeito de culpar sempre alguém ou algo pelo o quê. Ou é o treinador, ou os jogadores, ou o mal dia, ou a grama molhada, ou o céu nublado, ou a engenharia do gol, ou o lado da sorte, ou a dor no tornozelo de alguns, ou a dor na coluna de outros, ou...ou. Incontáveis ous. Mas ninguém lembra que a nacionalidade grita mais alto, que a esportividade tem que permanecer nos uniformes verde-amarelos e que sempre vai haver um vitorioso e um derrotado, e isso é FATO. Nem ao menos se lembra das vitórias, porque, claro, o último fato prevalece. Em tudo na vida, que há uma disputa, o termo se ramifica, havendo dois lados, na qual todos lutam contra o destino, contra acasualidades, contra tudo, contra todos, para serem vencedores. Ninguém quer perder, pois perder implica polpar algo, ou alguém. E pior quando temos a convicção de que seremos vitoriosos e no entanto, dois minutos basta, para que vire as cartas e a sorte também se vire contra nós. E aí a responsabilidade é jogada no ombro de alguém. Ninguém se lembra que as expectativas foram alimentadas por nós mesmos, sendo portanto as consequências dessas expectativas apenas nossas. E isso sendo uma sequência: A primeira felicidade do gol. A primeira tristeza de um gol-quase contra. A segunda tristeza de um gol. Várias faltas que o juiz não viu. E o desfecho, que é o pior. Ter que arrancar a esperança, e sufocá-la e se contentar com o fracasso. Mas também é dificil para um torcedor tentar não colocar expectativa em seu respectivo time. Tudo isso é uma reação em cadeia. O técnico leva o time, o time leva os torcedores. E se houve uma falha, não podemos tentar jogar a culpa em alguém, pois nem sempre, na vida, seremos vitoriosos, e ao não sermos, ter a humildade de respeitar a vitória de quem quer que seja. Sem contar, que as nossas experiências, são adquiridas, não só com vitórias, mas a maioria com os nossos fracassos. Há duas opções: aceitar ou remoer até que se torne uma tortura. E o mundo não vai parar, para que você conserte suas expectativas quebradas. Levantar, tirar os vestígios da queda, e começar tudo mais uma vez.