quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

Grana, status, vida social. Pouco me importa. Eu estou muito bem assim. Sei que não pode ignorar, e viver sem o mundo material, pois temos que conciliar ambos. Temos que viver COM o dinheiro e não PARA o dinheiro. As preposições mudam totalmente o sentido da frase. Tem gente que esquece o valor de uma família, o valor de um amigo e se atrofia nos valores que o dinheiro oferece. Quem que acorda pensando no dia lá fora? No dia que está calourosamente te acolhendo? Ou até mesmo resgata um minuto do dia corrido para meditar ou ficar perto da natureza? Poucos. Embora criticamos os outros pela ganancia, pela vaidade que a materialidade proporciona, não vemos que também temos esse erro crítico. Perdemos o que temos de mais valor: o tempo. Porque simplesmente somos seres cheios de afazeres simultâneos, e esses afazeres está direto ou indiretamente relacionado ao nosso futuro, que envolve o modo como vamos adquirir nossa independência, sustentar-nos sem o auxílio do pai, e que novamente volta ao dinheiro. E quando vemos, o tempo passou. Àquelas amigas que você sente saudade, você se afastou devido a correria. A família quase não te vê nas reuniões de família do domingo. E a sua religião? Você faz suas orações quantas vezes ao dia? Faz as orações ao menos antes de dormir, ou esquece até nesse momento de alguém que nunca esqueceste de ti? Pois bem. A cada minuto que passa, estamos mais velhos. A cada segundo, menos um segundo em nossa vida. Está tudo premeditado, e se não, contado. A cada dia, um dia a menos. A cada aniversário, um ano perdido e outro ganhado. Você que faz, seus anos serem ganhados ou perdidos, afinal, o dono de tudo em volta de você já se dá para imaginar. Se soubermos conciliarmos todos os valores importantes que estão em nossas mãos, aí sim estaremos aptos a ser merecedores desses valores. Que o tempo não passe sem nossa percepção, pois o reflexo disso será o arrependimento.

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010

Nas minhas breves retrospectivas anuais, lembrei de uma 8ª série C, em que uma amiga disse: "Quando você acha que é a única pessoa no mundo que tem problemas, você se engana." As pessoas são assim. Se encondem átras de sorrisos, abraços, gargalhadas, piadas e no entanto, o que elas necessitam é de uma resolução, de um colo, de um conselho de pai, de um sorriso caliente de uma mãe. E nesses esconderijos, cada pessoa individualiza seu problema, fazendo com que cada um tenha o seu e foda-se o resto. Ninguém nunca percebe que o outro tem problemas, e pensa que apenas ele possui, e muitas vezes, dificulta a vida do outro. Essas pessoas, são assim como eu, como você, assim como minha família, meu colega de sala de aula que pega trabalhos prontos, assim como um colega de trabalho que manda o outro fazer, o que na verdade deveria ser feito por ele. Em vez de solucionarmos os problemas juntos, álias, duas cabeças pensam mais que uma, imagine muitas, dificultamos ainda mais o trabalho árduo do outro. Depois disso ainda nos chamam de seres racionais... Entretanto, de inicio, sempre somos assim. Todos passam por uma fase rebelde. Aqueeela mesma fase que você quer pintar o cabelo de tonalizantes, usa all stares, pinta a unha de preto. Sim. Não é emo, não é gótico. Ou talvez seja, depende do que a pessoa quer realmente ser, mas estamos vulneráveis a qualquer tipo de ataques repentinos. Estamos mais, realmente revoltados com a vida. Pai e mãe são ruins e não gostam da gente, ou se gostam, nossas vistas estão com tapa-olhos e não percebemos. Nesses momentos, realmente achamos: Poxa, porque sou o único que tenho problema? Talvez porque você queira ver a vida assim. Talvez se você tirasse essa máscara de revolta, você percebesse, que há um mundo que gira, que há pessoas nele e que nessas pessoas, há problemas de todo o tipo de dimensão, forma, modo e que você está no mundo para aprender a lidar com esses problemas, e sempre haverá um, queira ou não. Nem mesmo se você se isolar em Plutão, sem ninguém para te encher o saco você vai se livrar deles, até mesmo porque vai haver outros problemas: o isolamento e a solidão. /Atenção especial para minha amiga Viviane Barbosa Mendonça que me ajuda nas resoluções dos meus problemas. Ótima confidente. (:

terça-feira, 16 de fevereiro de 2010

A chuva que caía pelo meu cabelo, caía por muitos cabelos lá fora.
A chuva que escorria pelos rostos e borrava meu lápis de olho, e que por sinal, demorou pra pegar, caía em muitos rostos lá fora.
E isso que podia estar muitas pessoas se divertindo lá na chuva, com braços abertos e cabeça em direção ao céu, e muitas pessoas se refugiando debaixo de qualquer coisa que impeça a chuva: lojas, supermercados, bares...
Talvez tenha alguns casais apaixonados, na tentativa de um beijo romântico igual ao de Mary Jane e Peter Parker.
Pois é, dia chuvoso e frio. Agora um pouco de drama, o que eu quase não adoro (e um pouco de ironia!): se não construiram a arca de Noé, podem começar, pois o dilúvio está prestes a começar.
Por mais que a chuva venha, deixa o dia nublado e sem as cores que o sol enfatizaria, depois da chuva, o dia sempre volta a clarear.
Aquele céu mais vivo, o cheiro de terra molhada, aah o cheiro de terra molhada! As ruas cintilantes e brilhantes, tudo passa por uma transformação.
Até a água escorrendo do telhado torna-se algo admirável de ver.
Quando criança, achava que era lágrimas, lágrimas que escorriam do céu.
Enfim, talvez alguns vejam a chuva como algum fenômeno meteorológico, outros vibração ou força da natureza, outros a definem como gotículas de água condensadas que voltam para a superfície terrestre, mas em vez de procurar explicações, definições básicas, prefiro sentir.
Senti-la.
Vale um resfriado, por um banho de chuva.

terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

Ok, Geografia, 1º ano, zumbido das moscas e observando um foco de dengue pela janela do segundo andar da escola. Mas, comecei a prestar atenção na professora que falava sobre a galáxia (revisão), planetas, meteróides, meteoros, asteróides. AH, tudo se resume em astros. E a mente persuasiva começou a entrar em ação, pensando em outras coisas. Podemos coinciliar, perfeitamente o universo com as pessoas. Suponhamos, apenas nessa visão temporária, que o mundo seria o universo. Não podemos provar que há existência de outros seres além de nós no universo e nem provar o contrário, porém para não ficarmos "no muro" cada um tem sua própria crença. Mas o que realmente quero dizer, não disse. Há pessoas que possuem sua própria órbita, e seguem seu caminho por si só, tem uma escolha de vida própria, sem interferência de uma segunda opinião, ou deixando mais explícito, não precisa de um astro para ser iluminado. (ou no caso, de alguém). Mas há pessoas que não estão aptos a fazerem seu caminho, não tem rumo, ou direção e não tem metas, idealizações, por isso, vivem em órbita de um astro maior. Sem contar que podem ser comparados, tanto quanto órbitas e brilho. Sinceramente nunca fui de notar, o brilho que cada um tem, porém ultimamente tornou-se uma questão perceptiva. Devemos sim, valorizar o brilho de cada um e valorizar. Porém, sempre tem o porém. Há pessoas que não conseguem o brilho próprio e se tornam hospedeiras, tentando sequestrar o brilho de quem o tem. Isso é pior do que não ter brilho: tentar anular o brilho de outra pessoa. Se não tem, procure maneiras de achá-lo, mas nunca tome conta do que não é seu. Nunca algo que não é seu, lhe pertencerá, obviamente porque já tem outro dono e se forçar a barra, só virão consequências. Vejamos: O universo é grande. Então imagine a imensidão de brilho que ainda resta para as pessoas. É só elas fazer por merecê-los.

sábado, 6 de fevereiro de 2010

Primeiro o motivo, um motivo que logo se confunde com a causa. O longo espaço que será percorrido entre os olhos até o chão. Motivos que muitas vezes, nos levam a impusionar algo de dentro, para fora. E você, apesar de querer reprimir, quer aliviar. Uma lágrima, uma bola de cristal cintilante. Você chora, muitas vezes de raiva, e não quer olhares de piedade e de dó. Por isso muitas dessas vezes, reprime, até achar um local afastado, e soltar. Ao soltar, chora e tira todo o desabafo de dentro de si. Não há nada de mais de eliminar essas frustrações. E depois, você precisa de alguém, nem que seja apenas uma pessoa, para te ouvir. Quando não há, a falta é grande e a solidão total. Não é feio dizer que todo mundo, inclusive eu, você, temos momentos de fraqueza, e precisamos de um ombro amigo para chorar. Todo mundo chora em certa ocasião, ainda mais com a perda de algo valioso. Ou seja, corrigindo: primeiro o motivo, um motivo que logo se confunde com a causa e depois vem a consequência: o choro. Sem contar que entramos no mundo chorando, e deixamos o mundo, fazendo as pessoas chorarem. O choro é algo inevitável: as pupilas dilatam e o fênomeno vem, sem pedir licença.

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

As pessoas apostam o cárater em títulos, ficando, muitas vezes, escondidos átras desses. Para tudo que há, sempre existe títulos. Mas, não podemos julgar as pessoas, se não, tivermos mais do que provas, a convivência de que aquela pessoa é realmente do jeito que julgamos, e não apenas nossa primeira impressão, ou a expressão: "meu santo não bateu com o dela". Não podemos deixar, equivocadamente e por mero orgulho, de conhecer alguém, só por achar que essa pessoa não merece nem uma palavra do que você diga. Nada disso. Não somos tão arrogantes a ponto de fecharmos às portas para as pessoas. Devemos dar a oportunidade de conhecê-las, e não somente você vai estar dando oportunidade à elas, como estará dando oportunidade à você mesmo. Não podemos simplesmente chamar alguém de incopetente, sem sabermos o que essa pessoa faz. Não podemos chamar alguém de gorda, somente para magoar. Não podemos julgar as pessoas e chamar de homossexual, sem ter provas concretas. E mesmo que tenha, o respeito prevalece, pois temos que aprender a conviver com as nossas diferenças. E se você já fez isso um dia, apenas pense: Sendo um tanto dramática, mas sendo igualmente direta; Você talvez destruiu a vida social de uma pessoa. Porque há certas pessoas, que após uma crítica, seja ela construtiva ou não, não consegue mais relacionar com as pessoas, por sentir-se inferior. Isso por causa de apenas uma crítica: imagine o que uma crítica pode causar. Tome cuidado com as críticas feitas, e aposte em construtivas, mas tente passar críticas construtivas com resoluções. E feche às portas para tudo que for tipo de preconceito, afinal, o bom é termos essa variedade de pessoas, para não cair no tédio ou mesmice.