quarta-feira, 29 de julho de 2009

Correndo contra o tempo... As horas foram deixadas para trás Os minutos simplesmente foram apagados e os segundos, nem me dou conta de que existem. Tudo que passou já não são mais do que lembranças que insisto em guardar. Corro o mais forte que posso, sinto o calor sugar toda a minha vitalidade, sinto meus pensamentos desaparecer e minha respiração, a cada passo de corrida, acelerar. O asfalto embaixo dos meus pés, já me engana, me passando peças, como algumas pedras no caminho e até buracos. E eu insisto em correr e insisto em estar atenta à não tropeçar, atrasar tudo. Não posso perder um minuto, um segundo. Meu coração, quase explodindo, as mitôcondrias cada vez mais me dando energia. É o que tenho que fazer, a hora é curta. Já está anoitecendo. Não posso parar o relógio simplesmente. É dificil demais, ainda mais para alguém que é totalmente ignorante ao assunto. Sinto o vento, de longe, chegar e jogar meu cabelos contra me rosto. Eu me atrapalho toda. As veias, pulsantes, cada vez mais rápidas. Bombeia o sangue em questões de milésimos de segundos, e manda para o coração. Porque tudo tem que ter ligação ao coração? Eu sinto que fraquejo, mas tenho que continuar. O destino me espera, o acaso me permite, às circuntâncias são agudas. Já cansei demais de esperar, algo tenho que fazer, ainda mais quando se trata de um objeto (que seja considerado um objeto) de extremo valor na minha vida. Corri, salvei, decidi, me libertei (: Talvez o que eu precise agora, é de um momento, simplesmente um momento de cinco minutos e dois segundos, para pensar, um pensamento rápido, relembrando das horas vagas, das horas curtas, das horas gastas. É, é isso que eu preciso Aproveitar o tempo, Não apenas com coisas que eu quero fazer, mas coisas que vai me SATISFAZER.

terça-feira, 28 de julho de 2009

Eu não sabia que o mundo podia ser tão interessante. Mas eu tenho uma certa mania, das coisas confusas sempre acontecer comigo, só porque eu sou muito confusa nas minhas decisões. Não sinta pena, ou dó, eu já estou me acostumando de ser o alvo. Lembro do calor e vibração das suas palavras e o efeito hipnotizante que eu ficava ao vê-lo. Só de pensar no frescor e no seu hálito de abacaxi com menta, eu já me via como uma boba (efeitos de uma paixão atraente e envolvente) Esperava e contava as horas, até os minutos, mas minha coordenação motora me incapacitava de contar os segundos. E apenas para vê-lo, saindo com seu passo curto que parecia mais um desfile. Ele não sabia mais tinha TODA minha atenção. O jeito dele sorrir, simplesmente me fascinava e ocupava meus pensamentos. O seu olhar profundo e hipnotizante, eu me perdia completamente. Tudo bem que a cor de seus olhos era comum: castanho, mas demonstrava todo sentimento que fazia qualquer olhar claro perder sua beleza. As curvas, de seu rosto, nariz, boca, me fazia sentir muito mal. E a pele, macia e quente. Eu sabia que era paixão, o que me fazia sentir mal. Não tinha experiência nesse assunto e todas minhas paixonites acabavam mal, sem contar que eu me sentia indefesa. Meu coração poderia virar pedaços com as desilusões amorosas. Mas não importa. É isso aí, não importa. Eu entrei nesse beco e vou achar uma saída. A partida começou e eu apostei em minhas cartas. Minhas peças estão no tabuleiro, e vou dar o xeque mate. Ou simplesmente: Entrei nessa e não vejo saída. Continuarei, prosseguirei, nem que para isso eu tenha que fazer sacrifícios, porque vale a pena. É por você que arriscarei.

segunda-feira, 27 de julho de 2009

"Eu me sentia como se estivesse presa em um daqueles terríveis pesadelos, um onde você precisa correr, correr até seus pulmões estourarem, mas você não pode fazer seu corpo se mover rápido o suficiente. Minhas pernas se moviam devagar e mais devagar enquanto eu me esforçava para abrir caminho pela indiferente multidão, mas os ponteiros na enorme torre do relógio não reduziram a velocidade. Com implacável, insensível força, eles decididamente iam em direção ao fim – o fim de tudo. Mas isso não era sonho, e, ao contrário do pesadelo, eu não estava correndo pela minha vida; Eu estava correndo para salvar algo infinitamente mais precioso. Minha própria vida já não importava tanto. Alice tinha dito que havia uma boa chance de morrermos aqui. Talvez o resultado fosse diferente se ela não fosse apanhada pela ofuscante luz do sol, só eu podia correr por essa iluminada, aglomerada praça. E eu não podia correr rápido o suficiente. Então não me importava que nós estivéssemos cercados de nossos inimigos extraordinariamente poderosos. Assim que o relógio começou a soar a hora, vibrando abaixo das solas de meus lentos pés, eu soube que estava muito atrasada – e eu me alegrei que alguma coisa sanguinária estivesse me esperando pelos arredores. Se isto desse errado, eu perderia qualquer vontade de viver. O relógio soou de novo, e o sol se pôs bem no meio do céu." [Lua nova - Stephenier Meyer] [eu recomendo]

quarta-feira, 15 de julho de 2009

Primeiro você nasce, depois cresce e aprende a andar. Quando cai, decepciona, mas tende a continuar. Depois novamente se decepciona ao ver que o mundo não é da forma com que você pensava, quando não tinha preocupações e responsabilidades. Vem os amigos, e nem todos, são realmente amigos. E quando você passa a perceber isso, decepciona. Você se sente forte, por ter prosseguido e quando menos espera, novamente se depara com decepções: Aquele que cuja sua admiração estava focada, não é realmente uma pessoa admirável. Não teremos decepções apenas em uma fase da vida, é durante a vida inteira. Decepções com escola, amigos, namorados, família e até mesmo você. Mas evitar decepções é quase impossível. Carregamos ilusões que ninguém nunca errará conosco, depositando neles, toda nossa confiança e é aí que nos enganamos e quando as pessoas erram, por mínimo que seja esses erros, percebemos as consequências. "Decepções vem das pessoas mais próximas"