"Podemos facilmente perdoar uma criança que tem medo do escuro; a real tragédia da vida é quando os homens têm medo da luz."
quarta-feira, 28 de outubro de 2009
sexta-feira, 23 de outubro de 2009
domingo, 18 de outubro de 2009
Idiotas e mesquinhas.
Definição exata, e mais algumas que talvez se encaixem.
Preocupações? Sim, temos. Mas banais. Aquelas ruguinhas que levantamos? São exatamente sobre as nossas preocupações tolas.
Não vou deixar só por isso. Nada melhor do que justificar quando se faz uma crítica porque se não essa crítica não será nada construtiva.
Porque somos idiotas e mesquinhas? (Quem responder ganha um dólar! Dole uma dole duas. Crise, dólar desvalorizado)
A questão é, somos pessoas tão mesquinhas que chegamos a ponto de preocupar-mos com a roupa do dia-a-dia e não preocupar quando vemos alguma pessoa passando fome.
Mesquinhos a ponto de preocupar-nos com roupa, status, cabelo, unhas e até silicones (nós, mulheres!) e isso se não for nos casos piores... (celulites, estrias, pontas duplas) e cadê a preocupação com realmente COISA DE VALOR?
Cadê nossas preocupações com as crianças de ruas, com os mendigos que passam fomes, com os bêbados das ruas (que apesar do vício, o apoio é essencial!), com os velhos nos asilos. Cadê nossas reivindicações? Devemos reivindicar pelo próximo. Tudo bem se termos um carro, uma casa, comida todos os dias, mas e lá na nossa consciência, sempre vai faltar algo.
Sem contar que MUITOS reclamam do governo. (FATO, FATO!) porém, quem ta no governo foi eleito por nós, então quem que é realmente o culpado daí?
E o pessoal lá na África, enquanto você passeia com a sua BMW, eles passam fome e metade da população morre por causa da Aids, que o índice é enorme.
A consciência, um dia, pesa. Costuma pesar quando já estamos no fim da partida, então é mais fácil se preocupar com coisas realmente de valor, tentar solucionar e fazer “A” diferença nesses problemas enquanto tem forças do que deixar tudo pra última hora.
Um dia eu descobri que eu podia fazer muito mais do que eu fazia.
sábado, 17 de outubro de 2009
segunda-feira, 12 de outubro de 2009
Somos crianças.
Crianças que crescem, mas sempre crianças. Amadurecendo, ganhando responsabilidades nos ombros, passando por dificuldades e tendo que muitas vezes agir como adultos, mas nunca perdemos a criança que existe em nós; e quem perde, perde junto o valor da vida e das coisas simples que a vida traz.
Às vezes, com algumas dificuldades que a vida nos proporciona, nós queremos chorar, queremos colo, queremos aquele cantinho na cama dos seus pais, que era reservado para você.
E é esse "querer", essa vontade, que desperta, lá no fundo, a criança existente.
Ás vezes temos vontade de ir em um parque, em um pula-pula, brincar, mas bloqueiamos essa vontade, por pensar que já somos "adultos" e isso tudo é "mesquinho", sem se dar conta, que quem está sendo mesquinho é você, que se priva de suas vontades.
É verdade também, que quase um terço do dia, avistamos coisas que lembra do nosso passado. Áquele doce que era seu preferido e você não sabia que ainda era vendido. Aquele filme que você queria ter assistido quando era criança, e está lá, na locadora. Ou aquele filme que você assistiu, seja lá da Barbie ou Max Steel. Aquela sua amiga de infância, que você adorava, e agora já está formada e com a vida feita, assim como você. Aquele calçado da propaganda do ator famoso que você admirava, ohhh e como!, pois é, ainda está ali. Aquele jogo que você brincava com seus primos e chorava quando perdia, ou nunca perdia. Mas quase tudo, que você vê, te traz uma recordação.
Não vou falar "Não tire a criança que está dentro de você" porque vai parecer mais um aborto, mas realmente é isso, um aborto. Mas a sutil diferença é que não há duas vidas dentro de você, mas uma só, e quando você esquece da criança que está dentro de você, a sua vida também perde a graça.
Então, sei que está atrasado para desejar Feliz Dia das Crianças, mas é essa minha intenção. Desejar para reflexões nessa data e que sejâmos eternamente crianças. ♥
terça-feira, 6 de outubro de 2009
segunda-feira, 5 de outubro de 2009
sexta-feira, 2 de outubro de 2009
quinta-feira, 1 de outubro de 2009
Dia internacional dos idosos
Mas de que adianta? Dia Internacional dos idosos não pode ser igual Natal, solidariedade só no dia, depois o esquecimento toma conta de tudo. É essa a realidade, um dia lembra deles, nos outros esquecem.
Parte disso, que você não vê, muitas pessoas nos asilos, nem mesmo os parentes dos velhinhos. E para começar, porque então existe asilos? Não é totalmente preciso a existência de asilos, porque há parentes que tem que cuidar. Novamente a realidade: não cuidam e partem para opção: asilos.
Sem contar que você já viu alguém ceder um lugar para uma pessoa de mais idade? Eu particularmente nunca vi, se você viu, tire foto, fale parabéns. É uma rara exceção, um caso à parte. Claros que é o mais certo, mas não são todos que seguem o padrão do que é certo.
E de que adianta tirarmos um dia do ano (igual no Natal) e fizermos tudo o que não fizemos o ano inteiro (no caso, irmos ao asilo, conversamos com os velhos, tratarmos melhores, só que em apenas em UM DIA!) de que adianta? Melhor que não faça nada. Se formos fazer, que façamos o ano inteiro, que tentamos ser melhores, não em apenas um dia, mas a cada dia que passa, evoluindo.
Dedido esse post, para minha vó Lulu, gatinha *-* um beeeijo amoreco. Que eu seja melhor para ela, a cada dia que passa. (Já que não tive tanta oportunidade quanto ao meu avô).
E finalizo com:
"Mesmo que a minha Glicose mais alta fosse..
Quero o seu beijo mais doce!
Pra quem sabe me curar..
Sei que o meu corpo não é mais tão atraente,
mas ele não mente
Ao seu aproximar.
Olha..soa mentira mas é verdade,
Que apesar da nossa idade..
Um jovem amor
Vem nos brindar.
Põe seu óculos pra me ver direito
E note como fico sem jeito quando você comigo está..." Max de La Rocha