terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

Ok, Geografia, 1º ano, zumbido das moscas e observando um foco de dengue pela janela do segundo andar da escola. Mas, comecei a prestar atenção na professora que falava sobre a galáxia (revisão), planetas, meteróides, meteoros, asteróides. AH, tudo se resume em astros. E a mente persuasiva começou a entrar em ação, pensando em outras coisas. Podemos coinciliar, perfeitamente o universo com as pessoas. Suponhamos, apenas nessa visão temporária, que o mundo seria o universo. Não podemos provar que há existência de outros seres além de nós no universo e nem provar o contrário, porém para não ficarmos "no muro" cada um tem sua própria crença. Mas o que realmente quero dizer, não disse. Há pessoas que possuem sua própria órbita, e seguem seu caminho por si só, tem uma escolha de vida própria, sem interferência de uma segunda opinião, ou deixando mais explícito, não precisa de um astro para ser iluminado. (ou no caso, de alguém). Mas há pessoas que não estão aptos a fazerem seu caminho, não tem rumo, ou direção e não tem metas, idealizações, por isso, vivem em órbita de um astro maior. Sem contar que podem ser comparados, tanto quanto órbitas e brilho. Sinceramente nunca fui de notar, o brilho que cada um tem, porém ultimamente tornou-se uma questão perceptiva. Devemos sim, valorizar o brilho de cada um e valorizar. Porém, sempre tem o porém. Há pessoas que não conseguem o brilho próprio e se tornam hospedeiras, tentando sequestrar o brilho de quem o tem. Isso é pior do que não ter brilho: tentar anular o brilho de outra pessoa. Se não tem, procure maneiras de achá-lo, mas nunca tome conta do que não é seu. Nunca algo que não é seu, lhe pertencerá, obviamente porque já tem outro dono e se forçar a barra, só virão consequências. Vejamos: O universo é grande. Então imagine a imensidão de brilho que ainda resta para as pessoas. É só elas fazer por merecê-los.