E as pessoas se revoltam sem motivo
O ser humano tem aquele notável defeito de culpar sempre alguém ou algo pelo o quê.
Ou é o treinador, ou os jogadores, ou o mal dia, ou a grama molhada, ou o céu nublado, ou a engenharia do gol, ou o lado da sorte, ou a dor no tornozelo de alguns, ou a dor na coluna de outros, ou...ou. Incontáveis ous.
Mas ninguém lembra que a nacionalidade grita mais alto, que a esportividade tem que permanecer nos uniformes verde-amarelos e que sempre vai haver um vitorioso e um derrotado, e isso é FATO. Nem ao menos se lembra das vitórias, porque, claro, o último fato prevalece.
Em tudo na vida, que há uma disputa, o termo se ramifica, havendo dois lados, na qual todos lutam contra o destino, contra acasualidades, contra tudo, contra todos, para serem vencedores. Ninguém quer perder, pois perder implica polpar algo, ou alguém. E pior quando temos a convicção de que seremos vitoriosos e no entanto, dois minutos basta, para que vire as cartas e a sorte também se vire contra nós.
E aí a responsabilidade é jogada no ombro de alguém.
Ninguém se lembra que as expectativas foram alimentadas por nós mesmos, sendo portanto as consequências dessas expectativas apenas nossas.
E isso sendo uma sequência:
A primeira felicidade do gol. A primeira tristeza de um gol-quase contra. A segunda tristeza de um gol. Várias faltas que o juiz não viu. E o desfecho, que é o pior. Ter que arrancar a esperança, e sufocá-la e se contentar com o fracasso.
Mas também é dificil para um torcedor tentar não colocar expectativa em seu respectivo time.
Tudo isso é uma reação em cadeia. O técnico leva o time, o time leva os torcedores. E se houve uma falha, não podemos tentar jogar a culpa em alguém, pois nem sempre, na vida, seremos vitoriosos, e ao não sermos, ter a humildade de respeitar a vitória de quem quer que seja.
Sem contar, que as nossas experiências, são adquiridas, não só com vitórias, mas a maioria com os nossos fracassos.
Há duas opções: aceitar ou remoer até que se torne uma tortura.
E o mundo não vai parar, para que você conserte suas expectativas quebradas. Levantar, tirar os vestígios da queda, e começar tudo mais uma vez.
"Podemos facilmente perdoar uma criança que tem medo do escuro; a real tragédia da vida é quando os homens têm medo da luz."
sexta-feira, 2 de julho de 2010
E as pessoas se revoltam sem motivo
O ser humano tem aquele notável defeito de culpar sempre alguém ou algo pelo o quê.
Ou é o treinador, ou os jogadores, ou o mal dia, ou a grama molhada, ou o céu nublado, ou a engenharia do gol, ou o lado da sorte, ou a dor no tornozelo de alguns, ou a dor na coluna de outros, ou...ou. Incontáveis ous.
Mas ninguém lembra que a nacionalidade grita mais alto, que a esportividade tem que permanecer nos uniformes verde-amarelos e que sempre vai haver um vitorioso e um derrotado, e isso é FATO. Nem ao menos se lembra das vitórias, porque, claro, o último fato prevalece.
Em tudo na vida, que há uma disputa, o termo se ramifica, havendo dois lados, na qual todos lutam contra o destino, contra acasualidades, contra tudo, contra todos, para serem vencedores. Ninguém quer perder, pois perder implica polpar algo, ou alguém. E pior quando temos a convicção de que seremos vitoriosos e no entanto, dois minutos basta, para que vire as cartas e a sorte também se vire contra nós.
E aí a responsabilidade é jogada no ombro de alguém.
Ninguém se lembra que as expectativas foram alimentadas por nós mesmos, sendo portanto as consequências dessas expectativas apenas nossas.
E isso sendo uma sequência:
A primeira felicidade do gol. A primeira tristeza de um gol-quase contra. A segunda tristeza de um gol. Várias faltas que o juiz não viu. E o desfecho, que é o pior. Ter que arrancar a esperança, e sufocá-la e se contentar com o fracasso.
Mas também é dificil para um torcedor tentar não colocar expectativa em seu respectivo time.
Tudo isso é uma reação em cadeia. O técnico leva o time, o time leva os torcedores. E se houve uma falha, não podemos tentar jogar a culpa em alguém, pois nem sempre, na vida, seremos vitoriosos, e ao não sermos, ter a humildade de respeitar a vitória de quem quer que seja.
Sem contar, que as nossas experiências, são adquiridas, não só com vitórias, mas a maioria com os nossos fracassos.
Há duas opções: aceitar ou remoer até que se torne uma tortura.
E o mundo não vai parar, para que você conserte suas expectativas quebradas. Levantar, tirar os vestígios da queda, e começar tudo mais uma vez.