E um dia me perguntaram o que é o amor...
Forma, tamanho? Estado de espírito?
Ah o amor!
Sei das consequencias, não das definições.
Arde, fere, quase mata. A sensação de auto destruição é ao mesmo tempo - contempladora.
Vemos nossa sensibilidade, o quanto somos capazes, o quanto fazemos para conseguir o que queremos. É uma régua. Mede nossa capacidade. Ao mesmo tempo que nos faz descobrir o eu enclausurado no nosso ser, faz mudar nossos comportamentos. Evolui a pessoa. Mostra o quanto é bom sentir amado e amar. Alias, mostra o quanto é bom haver essa relação de troca - reciprocidade.
E agora eu pergunto: origem?
A origem pouco importa. A questão é de segundos, milésimos ou quem sabe unidades menores que milésimos de segundos. Sabemos nossas origens para sermos quem somos? - Muito menos no amor.
E se quer saber de uma coisa: Depois que ele nasce, mesmo se for, nasce das cinzas de outro amor, ele faz as pessoas fazerem coisas que o ego impediria em ações normais.
Você pára de pensar em si só, passa a pensar em conjunto, a viver em conjunto.
Dizem que é perca de tempo. E eu respondo a isso. Perca de tempo é não amar. Porque o amor ntensifica as coisas ao redor. Traz significados. E ainda revido: Quem fala isso é porque nunca amou de verdade. Sinto muito. Não sabe o quanto está perdendo(...)