O breve espaço percorrido de uma folha ao chão.
Ou qualquer coisa que me faça imaginar por horas, como que o universo está em constantes agitações.
A verdade é que não há outra coisa que me atraia mais (ou sim) se não estes fatos que estão dia-a-dia acontecendo, sem chamar atenção, expontaneamente. E há um fluxo nisso. Há um fluído cósmico, que faz com que a chuva caia, que faz com que nosso relógio se atrase e consequente nos atrasamos também e de fato ocorre algo que não teria ocorrido se estivéssemos em hora certa, que faz com que vente sem parar, desde o despertar do sol, até a despedida da lua, que faz com que as pessoas se atraiam, que faz com que as nuvens, secretamente, colem umas nas outras como cargas elétricas positivas e negativas. Enfim, há a coexistencia de algo maior, bem maior que todos os seres que habitam o mundo, e que no caso, ainda não decifrado, que faz-se espontaneamente com que haja comparação de uma gota de água com uma tempestade. Uma partícula de átomo e a matéria em si. Um grau de arroz, com um almoço.
A verdade é que a própria verdade está ao nosso redor, bem debaixo de nossos olhos.
E não sei, talvez uma enumeração em ordem alfabética, em sequencia, ou cronologia, pouco importa, faça com que fique tudo registrado num papel as observações desse vasto universo, mas não será o suficiente para explicar, exemplificar e nos fazer entender este ciclo continuo, essa ordem desordenada, improvisada e de fato, mal-explicada.
Queimei os neurônios com todas esses absurdos, porém creio que alguma coisa fica gravada apesar das inábeis palavras e da desorganização das frases:
Não há nada escrito, registrado e por isso fica essa dúvida, esse dogmatismo!
E apesar de me considerar uma ignorante por saber tão pouco do mundo, não há alternativa se quer observar esse ritual cotidiano, da natureza clamando e chamando os seres a sua volta.