sábado, 3 de abril de 2010

Páscoa. Chocolates ou Cristo? Qual dos Cês são mais adequados, digo, hoje em dia? O marketing, as pessoas, a propaganda, a televisão, escondeu o Cristo, o salvador, para colocar os chocolates a frente da Páscoa. Tudo bem, um presentinho vai bem, para demonstrar o amor, a afetividade, enfim, é isso que Cristo pregava, o amar aos outros como a ti mesmo. Porém, o que é mais falado? Cristo ou em coelhos de Páscoa, ou o próprio ovo da Páscoa? Quem já perguntou para alguém se já fez orações no nascimento e na crucificação de Cristo? Nobody. Mas agora pergunte quem já perguntou para alguém se já ganhou ovos de páscoa? Essa é a sutil diferença. E quanto aos jejuns, não condeno quem os faça, mas não condeno quem não os faça. Uma notável observação, e trecho que sempre levei em consideração, desde os meus doze anos, foi a incansável frase da minha mãe: "O que faz mal, não é o que entra, mas o que saí." De fato é a verdade. Muitos estão por aí, jejuando e simultaneamente chingando por fazer o mesmo. Ou até mesmo jejuando e chingando os outros pelas atitudes e condenando. O que vale, limpar-se por dentro, se por fora, abusa das palavras e usa as mesmas para ferir? A conclusão que chego da Páscoa: É como no Natal: Um período que estamos próximos a Deus, portanto temos que ter o dobro de compreensão, tolerância, paciência com o próximo. Temos que tentar sermos mais caridosos e chegar pelo menos, um pouco, perto do modelo que tivemos, no caso, Jesus. De nada vai adiantar jejuns, marketing e presentear o próximo se não estivermos fazendo com sentimento e com Jesus dentro de nós, pois ele sempre está e você quem tem que achá-lo.