Sentimentos mastigam. E eu não tenho imunidade. Mil vezes ser.
Eu não sei se é o que me impulsiona ou o que me faz estática. O pior que me confundo na causa. E recuso-me a aceitar isso.
Essa falta de respostas que não acaba. Eu quero respostas para as minhas perguntas. Quero preencher os quadrinhos que ainda me faltam. Tenho necessidade.Quero saber, para em seguida agir porque para alguém impulsiva como eu, esperar dói e para esquecer me submeto à certas dores. Na verdade o problema é não saber se devo esperar ou esquecer. A pior das dores.
Ás vezes o que mais necessito é de dormir. Quando dormimos nosso mundo vira ao avesso. Nossos problemas são esquecidos, nossa vida diária, nossos medos ou receios se transformam em outras coisas. Sei lá o que. E essa é a parte boa de deitar a cabeça no travesseiro. A certeza de que pior não vai ficar.
Não só sinto muito, como sinto tanto o quanto. Eu quero ser ouvida. Quero que prestem atenção quando eu falo, e não no que eu faço.
Sem ser dramática, eu quero ser vista no ápice das minhas emoções.
Cansei dessa neutralidade que não existe. Juram, afirmam, mas não provam.
Provam no seu sentido conotativo. Provam, experimentam, mas não usam requisitos suficientes para mostrar que é real. A verdade é que não é.Estou tornando as coisas mais dificeis do que são. Ao menos esse assunto entendo muito bem.