sábado, 27 de novembro de 2010

Eu adimiro tantas coisas que se for para ser essencialmente franca, então contarei:
Eu queria muitas coisas que em mim falta. E logo identifico em outras pessoas.
Eu queria ter a combinação meiga-perseverante da Vivi. Queria ter a coragem e Q.I elevado da Luane. Queria ter a franqueza nas palavras como a Luíza. Queria ter a facilidade de compreensão da Isadora. Queria ter a juventude da minha avó. O intelecto do meu namorado. O pensamento sociológico do meu pai. O amor devoto da minha mãe. A quebra de formalidade da Letícia. A confiança da minha irmã. O sentimentos de confiança despertado nas pessoas da Bel. As facilidades de superar as coisas da Thay. A incorreção dos meus priminhos.  A receptividade e união da família. A gentileza que de hora em hora recebo. A benevolência que certos individuos conseguem trazer a superfície. As metas, as vontades, o caminho já feito e logo reefeito. Todas pessoas que conheço e tenho a sorte de ver e rever, conseguem despertar em mim, um efeito colateral. E é desse efeito colateral que tornam-se diferentes de um ponto de vista diferente. As características marcantes tem um identificador no meu dicionário de pessoas. Voltando ao começo da prosa:

E por faltar em mim, me completam.