sábado, 19 de junho de 2010

É pleno sábado. Alguns estão se arrumando para ir a algum barzinho, a alguma festa de 15 anos, ou da priminha mais nova, e os metropolitanos, para uma boate. Enquanto isso a lua se ergue no eixo mais alto do céu, sua luz ofuscando e tirando o brilho das estrelas ao redor. E eu aqui, com uma mísera dor de cabeça. Antes fosse apenas, mas como um acréscimo: pressão baixa. Ambas me consumindo. Um cobertor, por causa da noite fria e a cada meia hora colocando sal embaixo da língua, para ver se a tal da pressão aumente. Além disso, uma apostila do lado, para tentar estudar mais tarde, já que tenho três provas, sem ser nessa, na outra semana. Uma pílula de Neosaldina e uma barra de Vitamina C, para ver se tem algum funcionamento, mas não vejo efeito. Era para ter me acostumado com essa dor de cabeça, e nem notar sua presença, já que de quando em quando, ela vem marcar território, mas não, ela insiste em vir e me lembrar o quanto é ruim sua presença, e pior ainda, permanência. E se dormir fosse a cura, apenas dormeriria, mas de novo não. Não consigo dormir, porque minha cabeça dói e nem ao menos sono tenho. Já a pressão baixa é uma novidade. Não posso levantar rápido que se não vejo tudo preto e paft. E para não correr risco, duas opções. a) sentar; b) deitar. Ou seja: Olá cadeira amiga. E apesar de querer formar em medicina, odeio ir ao médico. Ótimo exemplo, ótimos desânimadores de sábado ou ótimas dores, enfim, ótimo tudo isso.