Falarei o bastante. Não vou tentar prolongar o assunto "Ano Novo" para não tornar-se enjoativo.
Primeiro que venho aprendendo muito nas novelas enjoativas que Ano Novo são aquelas festas sofisticadas com direito à tudo, por isso as pessoas já começam o ano com o pé esquerdo afundado em dívidas: por ter gastos nas festas de fim de ano, devido comprar o que pode e o que não pode (o desejo consumista sendo alimentado pela mídia).
Cada um sabe o limite do seu cartão de crédito, e se atola em dívidas tem que ser consciente de não gastar mais, ser mais controlador (a). Tanto faz.
Alguns começam o ano, dependendo de suas características.
Alguns relembrando o passado, fazendo breves retrospectivas do passado. O ano que passou, as aprendizagens adquiridas, os fatos ocorridos, as catástrofes mundiais... ou até mesmo fazendo listinhas de quantas pessoas beijou, e casos nerds, do que aprendeu no cursinho de inglês.
Outros já nada importa o passado, faz altos planos para o futuro. Emagrecer, comprar um carro, uma casa, casar, apostar na Mega-Sena, estudar mais, prestar concursos.
Já tem aqueles que nem importa passado ou futuro. Nem faz retrospectiva do passado, mas também nem planos para o futuro. O que vale é aquele momento, esquecendo as recordações e deixando de lado os planos.
Cada um curtindo o ano novo do seu jeito, independente cor, credo ou situação financeira, Ano Novo sempre é Ano Novo: tempo de inovações.