domingo, 1 de novembro de 2009

A primeira regra é: Você não se conhece por completo. Isto é fato. Não há ninguém no mundo que se conheça desde as unhas dos pés até as pontas dos cabelos. Há uma incógnita dentro de nós. Sobre o que faríamos, o que sentimos, o que conhecemos, o que achamos, o que seríamos (...) tudo que esteja ligado conosco e com fatores que pertecem à nossa vida. Então, se você não compreende a primeira regra, mal entenderá a segunda regra. A segunda regra é que se não nos conhecemos por completo, as regras para definição estão fora do nosso alcance. E baseia-se em uma pergunta: Como você explica algo que não entende? Calma, não acha que estou aqui para revirar seu mundo, só para te fazer pensar em coisas que talvez tenha (ou coisas que talvez nunca) passado pela sua cabeça. Então o que é, na verdade tudo isso? Tudo e seu oposto, nada. Você não se conhece por completo, mas tem uma base. Sabe as suas limitações, embora muitas vezes erra, por ter excesso ou falta. Sabe as coisas que deve fazer e as coisas que não deve. Sabe muito bem distinguir o que te fará bem, e o que te fará, futuramente mal. E é disso que a gente vive, de poucos: de base. Explica algo que não entende? É muito tentador, tanto é que muitos tentam, mas os efeitos são plausíveis. Nada acontece. Tudo está envolto por mistérios que não se sabe a hora, o momento, que será decifrado. (Quem derá se soubéssemos!) Mas de toda forma, é possível explicar algo que não se entende, com desempenho e com estudo. A escolaridade é assim. Não nascemos sabendo Matemática, História, Física, Química, Biologia e assim tais matérias. Horas quebrando a cabeça e tentando, mas o esforço vale a pena. É, talvez seria mais fácil, se nascêssemos sabendo de tudo e sem errar. Mas será que teria graça?