quinta-feira, 10 de setembro de 2009

Não sei que mal costume é esse, de onde ele se atreveu a vir, nem como passamos a adquiri-lo sem notarmos, mas o fato é que achamos que sabemos de tudo no mundo, por isso saimos por aí, a procura de respostas. Respostas sobre todas perguntas, até depararmos com perguntas que não possuem respostas. E mesmo, coincientizando que tem perguntas sem respostas, achamos que somos os donos da verdade, que sabemos de tudo, sendo que não sabemos nem uma parcela do que está envolto nesse mistério. O mundo, de onde surgiu. Você saberia responder como os aviões se sustentam no ar? E o amor, de onde realmente veio? Realmente da Afrodite ou do Cupido? O céu, porque é azul? Azul será que é alguma cor simbólica para Deus e por que, justo azul? De onde vamos, para onde iremos? E o movimento de Rotação da Terra, porque ela faz isso, e ao redor do Sol, não da Lua? Porque a Lua não tem calor como o Sol? E passamos a ver, que vivemos em mundo de crenças. Acreditamos em crenças. Mas isso é porque acreditamos, mas não temos a real certeza. Tudo é incerto no mundo. Se não fôssemos movidos por crenças, fé e religião, nada faria sentido. E nada faz sentido. Há muito mais coisas no universo do que sabemos. Talvez um século não seja suficiente para descobrirmos e somos tolos por acreditar que sabemos demais, enquanto o que sabemos, é pouco demais para o entendimento das coisas, como elas realmente são.